Retomemos as crónicas sobre o teatro de amadores, sem preocupações de ordem cronológica, com a certeza de que um futuro autor desta História saberá se deve ou não aproveitar estes escritos simples de alguém que continua a considerar-se um amador de teatro, agora não na qualidade de membro activo de um grupo, mas apenas como alguém que, não fazendo teatro, não deixa de pensar sobre a actividade e, mesmo assim, se considera como um activista que, por amor ao teatro de amadores, vai continuando a dedicar-se.
Nos dias 25 e 26 de Junho de 2016, participei nos debates que aconteceram no Fórum de Teatro do Baixo Mondego. Para além da alegria de rever alguns amigos de há muitos anos, com quem partilhei e continuo a partilhar momentos de luta em prol do teatro de amadores e do país, fui encontrar uma região com um número muito significativo de grupos de teatro de amadores em plena actividade e em união com as populações que, em primeiro lugar, servem.
Com um significativo salto cronológico na História que, um dia, se há-de fazer, vou dar a palavra a um desses grupos, aquele que me facilitou esta crónica, oferecendo-me o n.º 2 do seu «Jornal Novo Rumo», de Julho de 2015, uma prova evidente da sua actividade, e que aqui se reproduz. É um excelente documento.